segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Hoje sei que nada mais sei.

     Sabe quando tudo começa a acontecer do nada? Sentimentos que desaguam como numa cachoeira sem fim me assolam a cabeça. E eu que queria alguém em quem pensar, que cômico! Pena não poder me retroceder.
     Tenho me sentido tão só ultimamente, mais até do que um dia eu tanto quisera. E é horrível sentir-se assim. O vazio parece crescer a cada suspiro. 
     Talvez tudo isso seja um grande e complexo exagero da minha parte. Talvez por algum motivo intrínseco eu queira me sentir assim. Nem mesmo eu mais consigo me ler. Estou me tornando uma incógnita a mim mesmo, e isso é assustador.
     Sem contar nas súbitas e confusas mudanças de humor. A mesma coisa que está me fazendo feliz nesse exato momento poderá está me irritando numa fração de segundos.
     E escrever tem sido fundamental pra me tirar dessa loucura toda.
     Sem mais delongas fico por aqui.
Victor C.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

I Think I'm Not Ready

     Eu odeio me sentir assim, logo quando a única coisa no mundo que eu não queria que acontecesse está acontecendo. Um mesclar de raiva e euforia me envolve.
     Eu não precisava disso, estava tudo tão bem na minha cabeça... Na verdade não, não adianta mentir, mentir pra quem além de mim mesmo? Acho que a única coisa boa que isso trouxe à minha vida foi eliminar vestígios de um passado que merecia ser esquecido. Isso aconteceu! Pronto! Uma nova fase se inicia na minha complicada vidinha pacata. Porém um tsunami monstruoso sem causas pré-determinadas assolou por completo meu cérebro.
     Hoje por motivos irônicamente distintos me vejo perdido novamente, aportando em baías desconhecidas.
E os mesmos medos, as mesmas paranóias voltam a me assombrar. E pelo jeito meu navio já está afundando. Eu estraguei o que nem começou.
Victor C.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Uma hora ela chega...

     Será que é possível? Comigo? Eu acho que não... Rápido desse jeito? Como assim?! Mas isso nunca me aconteceu, talvez aí esteja o motivo do imensurável e súbito espanto.
     A sensação é maravilhosamente rascante. Borboletas de vidro brincam suntuosamente no meu estômago, num tilintar gracioso, talvez até divino, porém, mais perigoso do que eu queira ou possa prever. 
     A graça está contida nesse passar? Será que verei de novo? Tocarei de novo? Fico totalmente aturdido em pensar.
Acho que nunca me vi em tamanho encantamento; é, essa é a palavra exata.
     E o que me resta é deixar o tempo costurar-se por si só e esperar que nossas linhas um dia voltem a se cruzar.
E uma hora ela há de chegar... A FELICIDADE!
Victor C.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Como a vida tem que ser... e será.

     A vida se torna tão engraçada em todos os seus pequenos devaneios.
     E eu sou apenas mais um nesse mundão de João, querendo gozar das pequenas coisas num triunfar infinito. Querendo não me preocupar com o depois, só que esse depois sempre vem.
     O que me fazia muito feliz ontem, talvez o mais feliz dos homens,  me faz mal hoje, não no sentido literal mas sim na lógica inversa que aquela pessoa se propôs.
     Hoje olho pra trás não com pesar, sem mágoas e ainda consigo ser grato! Porque eu FUI feliz sim, aprendi tannntas coisas, amadureci como SER... CRESCI.
Victor C.